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Agradando à comunidade
Ele diz que é muito mais do que estatística de população. Dá a entender que esta empresa não somente me dirá quais tipos de pessoas vivem aqui, mas também o que eles querem numa igreja! A companhia que oferece isto está em outro estado muito longe daqui, mas vai dizer-nos quem somos nós aqui onde moro, no que cremos e o que queremos. Isto é possível? Infelizmente, pode ser. Certamente é sensato que donos de negócios no mercado atacadista ou no varejista que têm produtos a vender queiram satisfazer as necessidades e desejos da maioria. Isto resultará em mais vendas e lucros. Pesquisar as massas avançará bastante na direção desta meta. Muitos têm pensado que usar estas bem sucedidas estratégias de “marketing” nas igrejas é o caminho para conseguir o crescimento. Se o crescimento da igreja é medido pelo número de pessoas que enchem o edifício, então, sem dúvida, alguns destes métodos carnais darão certo. A abordagem da mega-igreja é apontar um dedo para o vento para determinar o que o povo de uma comunidade quer e então fornecê-lo em formato "cristianizado." Isto não tem nada de novo. Os idólatras sabiam como apelar para as massas, dar uma festa e chamá-la de adoração. Sob a bandeira da cruz, as cruzadas eram justificadas e os pagãos eram "convidados" a se converterem. Este processo de conversão foi facilitado tomando os dias santos pagãos e dando-se às suas tradições e rituais significados "cristãos". Hoje, tudo desde exercícios ao ar livre até torradas precisam somente de ter um "ministério" grudado ao lado deles para que algumas igrejas justifiquem seu uso para "atingir os que estão afastados da igreja e perdidos". Eu sei. Estou parecendo ser um desmancha-prazeres, mas numa cultura que exige ser entretida quando realmente precisa arrepender-se, a última coisa que as igrejas deveriam estar fornecendo é entretenimento. Os cristãos a respeito dos quais lemos nas escrituras não estavam ocupados pesquisando o Império Romano para ver o que todos queriam. A verdade era a única coisa sendo oferecida, e não era mais apreciada do que nos dias de hoje. O evangelho ainda é o poder de Deus para salvar (Romanos 1:16), ou ele precisa ser temperado com uma pitada de carnalidade? Paulo escreveu,“Eu ... não o fiz com ostentação de linguagem ou de sabedoria, porque decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este crucificado” (1 Coríntios 2:1-2). Nossa cultura chegou a evitar o estudo sério da palavra de Deus. Muitos entram para igrejas como se fossem clubes, e sua lealdade é para com sua filiação social, e não para Cristo. Na verdade, muitos amam os prazeres em vez de amarem a Deus, tendo uma forma de piedade, mas negando seu poder (2 Timóteo 3:4-5). Sim, muitos estão desejosos de se identificarem com uma igreja, mas quantos poderiam dar qualquer base escritural para sua escolha? A doutrina da escritura é importante demais para ser colocada atrás de coisas como gostos pessoais, tradições e lealdades denominacionais. Como uma empresa em outro estado sabe o que queremos em nossas igrejas? Ela fará a pessoas como você e eu perguntas como: "Que tipo de música você prefere?" "Que tipos de ministérios, serviços e programas você gostaria que lhe fossem oferecidos?" Como se as opiniões da maioria tivessem qualquer relação com o que é certo, bom e aceitável por Deus, nós projetamos "por encomenda, igrejas para satisfazer as necessidades da comunidade." A questão real que precisamos responder é: "O que Deus quer numa igreja?" Então, é obrigação da comunidade conformar-se com a vontade de Deus. Gastamos bastante desta vida satisfazendo a vontade da comunidade. Voltemos a fazer a obra de Deus do modo de Deus. –por Andy Diestelkamp |
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