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Tal Pai, Tal Filho: Nem Sempre!

O adágio popular “Tal pai, tal filho” destaca semelhanças de aparência e comportamento entre genitores e prole. Normalmente não exige muito esforço para encontrar características parecidas, seja na cor dos olhos, na textura dos cabelos, ou no jeito do sorriso. Quando se trata de hábitos e comportamentos, sempre haverá debates sobre a influência genética em contraposição ao impacto do exemplo aprendido dos pais. Não precisamos resolver tais questões para observar um fato importante. Quando se trata de decisões entre certo e errado, filhos podem ser influenciados pelos pais, mas também podem tomar um rumo diferente.

Deus ordenou que pais ensinassem seus filhos. Ele confiou no caráter de Abraão nesse trabalho (Gênesis 19:18). Ele revelou sua lei aos israelitas e mandou que os pais educassem seus filhos sobre seus mandamentos (Deuteronômio 6:4-7). Para os pais de hoje, Deus diz: “E vocês, pais, não provoquem os seus filhos à ira, mas tratem de criá-los na disciplina e na admoestação do Senhor” (Efésios 6:4).

Normalmente, os filhos seguirão nos passos dos pais (Provérbios 22:6). Isso não garante, porém, que filhos de pais bons serão fiéis, nem que filhos de pais negligentes farão mal. A influência dos pais pesa muito, mas pode ser rejeitada, ou para o bem ou para o mal.

Desde a antiguidade, filhos têm negado suas responsabilidades, culpando os pais por suas falhas (Ezequiel 18:1-2). Mas Deus afirma que cada um é responsável por seus próprios atos (Ezequiel 18:4,20). Para ilustrar o ponto, ele traçou a história de três gerações de uma família (Ezequiel 18:5-18). Um homem justo foi aprovado por Deus. Seu filho foi rebelde e recebeu a condenação divina. O filho deste (neto do primeiro) foi justo e, por este motivo, foi aceito pelo Senhor. A fidelidade do primeiro pai não foi garantia que o filho faria bem, e a infidelidade deste não obrigou seu filho a seguir seu mau caminho.

A história dos reis descendentes de Davi ilustra esse fato. Aproximadamente 40% deles foram avaliados nas Escrituras como bons ou excelentes, e os outros 60% foram maus. Um dos melhores de todos foi o rei Ezequias, responsável por grandes reformas religiosas em Judá. Ele foi filho e pai de terríveis idólatras que chegaram a queimar seus próprios filhos como sacrifícios a falsos deuses. Tal pai, tal filho? Não naquela família!

O que aprendemos? Somos responsáveis por nossos próprios atos, e devemos escolher bem o nosso caminho!

-por Dennis Allan


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