Estudos Bíblicos

Sermão do Monte (14)

A Luz do Mundo

“Vocês são a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada no alto de um monte. Nem se acende uma lamparina para colocá-la debaixo de um cesto, mas num lugar adequado onde ilumina bem todos os que estão na casa. Assim brilhe também a luz de vocês diante dos outros, para que vejam as boas obras que vocês fazem e glorifiquem o Pai de vocês, que está nos céus” (Mateus 5:14-16).

No versículo anterior, Jesus descreveu seus seguidores como o sal da terra, uma influência preservadora no meio de um mundo poluído pela podridão do pecado. Nessa segunda ilustração, ele identifica os discípulos como a luz do mundo que serve para glorificar o Pai celestial.

Substantivos traduzidos com a palavra “luz” aparecem mais de 200 vezes na Bíblia, a primeira vez na descrição do primeiro dia da Criação (Gênesis 1:3). Sem dúvida, é uma das palavras usadas mais frequentemente no seu sentido simbólico. Deus é luz (1 João 1:5). Jesus se identificou como a luz do mundo (João 8:12). A palavra do Senhor é luz para mostrar o caminho que devemos seguir (Salmo 119:105). Davi afirma que Deus é a luz e a salvação (Salmo 27:1). Quem anda com Deus está na luz (1 João 1:7).

Com esses significados tão ricos, a palavra “luz” vem carregada de importância quando Jesus a aplica aos seus seguidores. Ser a luz do mundo significa refletir o caráter de Deus por meio das boas obras que glorificam o Pai. Os cristãos que vivem imitando a santidade do Senhor mostram o caminho que outros devem seguir. Nesse sentido, esses discípulos de Jesus oferecem a salvação às pessoas ao seu redor.

Embutido nessa chamada de Jesus está uma palavra de alerta. Se for escondida, a luz não serve para nada. Pessoas que têm vergonha da sua fé e do seu Senhor não são dignas da descrição “cristão”. Em alguns ambientes, afirmar a fé em Jesus pode ser motivo de zombaria. Para não chamar atenção ou parecer ser diferente dos outros, é fácil se esconder ou negar a fé. Pedro fez isso na noite do julgamento de Jesus. Ele se arrependeu e, anos depois, ensinou outros a não repetirem seu erro: “Mas, se sofrer como cristão, não se envergonhe; pelo contrário, glorifique a Deus por causa disso” (1 Pedro 4:16).

Devemos observar mais um fato nas palavras de Jesus. As boas obras não são para engrandecer o discípulo e sim, seu Senhor. Na continuação desse sermão, encontraremos mais instruções sobre essa diferença importante (Mateus 6:1-18).

Os verdadeiros cristãos refletem a luz de Deus!

-por Dennis Allan


Sermão do Monte (Série)

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