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Perguntas Erradas: Como Não Avaliar Textos “Sagrados”

Entre as diversas religiões no mundo atual, circulam muitos livros considerados textos sagrados. O mais conhecido no Brasil é a própria Bíblia, a base do cristianismo. O judaísmo se baseia no Tanakh (às vezes chamado de Torá), a parte da Bíblia conhecida como o Antigo Testamento. O islamismo considera o Alcorão sagrado. Os Vedas são os livros que guiam os hindus. O conjunto de escritos conhecido como Tripitaka é considerado o principal texto sagrado dos budistas. São apenas exemplos, pois existem muitos outros textos exaltados nas diversas tradições religiosas.

É comum ouvir adeptos defendendo seus textos honrados e apontando as falhas ou supostas falhas dos outros. É comum, também, encontrar pessoas fazendo comparações com intenção de escolher um texto ou uma religião. A averiguação honesta é válida e útil. É triste observar, porém, que a maioria das comparações começam com perguntas erradas.

A tendência é de escolher uma religião ou texto sagrado com base em perguntas subjetivas:

“Faz sentido para mim?”

“Traz para mim benefícios importantes?”

“Enquadra-se na minha perspectiva de certo e errado?”

“Está em harmonia com os pensamentos correntes na sociedade atual?”

Tais perguntas, porém, são inúteis e até perigosas na busca da verdade. Essas abordagens seriam a mesma coisa de usar nossas preferências pessoais para julgar as notícias no jornal verdadeiras ou falsas. Pessoas racionais não determinam a verdade por preferência própria. É necessário fazer outras perguntas para avaliar a veracidade de qualquer informação ou texto, inclusive para determinar a confiabilidade de textos religiosos.

As perguntas acima têm em comum a mesma falha. Todas começam com opiniões humanas, sejam próprias ou populares, como o padrão que determina a verdade. Qualquer pessoa que se deixa ser levada a julgar informações dessa maneira já caiu na ilusão da sua própria soberania. Uma afirmação, reportagem ou livro não é falso porque eu não gosto, nem certo porque agrada a mim. Se fosse assim, poderíamos simplesmente julgar falsas as notícias sobre pandemias, guerras e corrupção política, porque estas coisas não fazem sentido para nós e não se enquadram nas nossas perspectivas particulares ou coletivas do certo e errado.

Abordar textos religiosos da perspectiva subjetiva pode oferecer algum conforto e nos levar a convicções espirituais, mas crenças assim fundadas não passam de ilusões inúteis.

-por Dennis Allan

Perguntas Importantes: Como Avaliar Textos “Sagrados”

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